A rotina de um empresário inclui a tarefa contínua de reduzir gastos, melhorar o fluxo de caixa e estruturar as finanças, além de minimizar os riscos do negócio.
Outra preocupação são os impostos pagos. As empresas adequadas ao Simples Nacional, por exemplo, deixam mais de 11% de sua arrecadação para os cofres públicos. Diminuir esse número significa um aumento direto no lucro.
Não é possível deixar de arcar com os impostos, no entanto, há uma maneira legal de reduzir a quantia paga, ela se chama planejamento tributário e fiscal.
Essa alternativa deve ser compreendida como uma combinação de diversas variáveis com inúmeros cenários e riscos, cujo objetivo é conquistar uma diminuição de tributos sempre de maneira lícita.
O planejamento tributário e fiscal também é conhecido como elisão fiscal, no entanto, é preciso tomar cuidado para não confundir com evasão fiscal, que significa o uso de meio ilegais.
Conheça essa ferramenta e saiba como aplicá-la no dia a dia de seu negócio.
Boa leitura!
O que é planejamento tributário?
Consiste em uma ferramenta contábil que visa adaptar uma companhia a modalidades mais favoráveis para diminuir o pagamento de impostos. Por meio dos dados do planejamento tributário e fiscal, os administradores têm uma percepção global do negócio e podem tomar decisões de modo mais preciso.
Tipos de regime tributário
No início de cada ano, os gestores realizam um planejamento de todas as operações, inclusive, aquelas interligadas com o pagamento de impostos.
Nesse momento é preciso fazer a opção por um dos três regimes tributários disponíveis: Simples nacional, Lucro presumido, Lucro real e Lucro arbitrado. Essas modalidades se referem a como os tributos são apurados e liquidados.
Como escolher o regime tributário?
A definição do regime fiscal deve ser feita de acordo com o tamanho da empresa – micro, pequena, média ou grande –, o setor de atuação, o cenário econômico, o plano de desenvolvimento e o balanço patrimonial do negócio.
Redução de custos
Empresas que possuem uma boa gestão tributária reduzem seus impostos de 5% a 35% conforme o mercado de atuação e o faturamento. Ao contrário dos investimentos, os tributos não retornam para o negócio e só geram despesas.
A carga de impostos deve ser paga pelo gestor mesmo se a empresa não tenha lucro, fato que gera danos para a companhia, pois o dinheiro apenas sai.
Quais itens analisar?
Para que haja redução de impostos é preciso levar em consideração alguns itens capazes de influenciar diretamente no modo como os impostos são pagos. Entre os principais fatores para fazer um planejamento tributário estão:
- Faturamento;
- Folha de pagamentos;
- Planejamento financeiro;
- Localização da empresa;
- Produtos ou serviços ofertados;
- Benefícios fiscais;
- Setor de atuação: comércio, indústria ou serviços.
Aumento do lucro
Quando se diminui o pagamento de impostos ocorre proporcionalmente o resultado da empresa. Uma redução de 10% da carga tributária significa uma elevação de 10% na margem de lucro líquido. Um bom planejamento tributário melhora a competitividade, pois permite o trabalho com faturamentos maiores.
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